Psicanálise e educação
Antes de escrever sobre a psicanálise e Educação escrevo sobre a escola formal.
A escola formal é a que ocorre nos espaços escolarizados, que sejam da educação infantil á pós-graduação, dá-se de forma intencional e com objetivos determinados. Ela engloba todas as formas de ensino-aprendizado seja político–pedagógico, político estatal etc.
Dr. Fernando de Mello Viana, advogado, professor e político, fez uma citação que ocupa espaço na porta de entrada de grupo escolar D. Pedro II em Belo Horizonte. “A escola atual é a escola da vida. Os professores e os Paes devem conjugar o pensamento de tal maneira que a creança em casa tenha um mestre e; na escola, elas tenham um pai”.
A criança da escola formal é muito mal compreendida, pelos docentes, companheiros e por que não dizer, por seus próprios pais que, como todos os citados as taxam de indisciplinados! Como sabemos a indisciplina a princípio é simplesmente ausência da disciplina.
É sempre expressa por comportamento individual, onde pode ser observado desobediência, desordem, rebeldia, insubordinação e desrespeito.
É provável serem os pais, os primeiros culpados dessa conduta deformada que as crianças usam como sinônimo de liberdade, de não limites e onde a lei do tudo eu quero e eu posso, só vai conduzir a criança à incompetência à discriminação e a marginalidade num futuro muito breve, pois quando ela inicia sua aprendizagem, já está comprometida a responsabilidade e o seu desenvolvimento como aprendente.
No meio escolar será apontada como rebelde, sem educação, incapaz de se comportar seja em sala de aula, seja em publico. A que se deve essa conduta senão aos pais, avós, ou seja, a família?
Sendo a mãe a principal figura materna é quem deve tornar-se ponderada, ser suficientemente boa e suficientemente mau, para ordenar e impor os limites do sim e do não de modo que as crianças construam, e com segurança, desenvolvam condições afetivas intelectuais e morais para alcançar sua autonomia; a mãe deve ser suficiente boa e equilibrada para saber lidar com situações simbióticas.
Se os pais não conseguem ser a estrada e/ou escada que como espelho, seus filhos seguem galgando cada passo e/ou degrau para atingir um projeto que a princípio lhe traçaram, o que eles (filhos) podem esperar quando o mundo e a sociedade inóspita cobrar-lhe, paciência, competência, segurança, confiança, compartilhamento, moralidade e outros tantos atributos? Portanto cabe aos pais, principalmente a mãe formar o filho que trouxe à vida. Cabe aos educadores detectar o mais cedo possível, possíveis sintomas que possam dificultar a aprendizagem do aprendente.
Uma criança indisciplinada não o é por livre escolha, várias são as causas que levam a criança a desenvolver um comportamento indisciplinado ou inadequado dentro da instituição de ensino. Dentre elas, a principal pode ser: distúrbios biopsicossociais – que desenvolve desde a gestação, infância, adolescência e adultidade, fases em que ocorrem grandes transformações biológicas no corpo e na mente do individuo em desenvolvimento e em formação acadêmica. Existe uma vasta expectativa pelo que se está aprendendo; sobre o que é realmente importante para formar um aprendente em seu desenvolvimento e maturação acadêmica; distúrbios relacionais, educativos entre os própios colegas, por influência de amigos, por distorções e baixa autoestima. Distúrbios do corpo docente e disfunção cerebral mínima (DCM), que levam seus portadores a desenvolver uma personalidade briguenta, apressada, agitada, inquieta, mas inteligente. Essas crianças terminam as tarefas antes das outras, não aguentam esperar, causam tumultos dentro de sala de aula, no recreio, na fila de entrada, no relacionamento com colegas. Se forem detectadas atitudes hostis, os docentes devem procurar averiguar o ambiente familiar, o sono da criança, para que a ajuda seja mais eficaz porque, um portador de (DCM) e/ou déficit mental apresenta frustrações e não tem controle sobre suas reações mais primitivas como: agressividade e impulsividade. Porém, são crianças dóceis se bem compreendidas em suas limitações e dificuldades tais como
Puberdade, onipotência pubescente, estirão, menarca, mutação e onipotência.
A adolescência é um segundo parto: é nascer para a vida social, é um parto as avessas – os filhos expulsam os pais do seu mundo social. Eles têm e exercem a mania de ser Deus.
Tudo podem. São ousados, arrogantes, prepotentes, com baixa tolerância à frustração, cheios de certezas, não respeitam ciclos biológicos (alimentação, sono, lazer etc.) tão poucos acatam opiniões dos outros, principalmente dos pais.
O papel dos pais e dos profissionais pedagógicos deve visar o amadurecimento e desenvolvimento do aprendizado em conjunto, com o filho e/ ou aluno.
Educar é estabelecer novos laços. O aluno deve ter prazer em aprender, de estar na escola e principalmente sentir-se amado e respeitado. A educação deve ser uma produção individual e subjetiva de cada indivíduo e que antecipe uma nova maneira de vivenciar o gozo na escola, o desejo de aprender, Um novo conhecimento onde ele será integrante e determinante; será olhado, o aprendente, como um indivíduo além, e fazer o mesmo se conhecer e as suas potencialidades. O próprio aprendente determinará seu processo de aprendizagem, onde ele constrói seu tempo de absorção do conhecimento. O prazer, as escolhas, levará esse novo aluno a criar laços de afetividade com colegas e facilitadores, porque sabe aonde quer chegar, sabe o que é mais correto para seu saber, e sente-se amado, protegido em sua subjetividade.
Sente-se implicado no seu objeto de conhecimento; o que o torna responsável pela própria teoria do conhecimento buscado. Tendo muito mais chance em suas identificações, por exemplo: “ser o objeto de desejo do professor”. O aluno se coloca no contexto e escolhe ser, o que quer ser.
A maior dificuldade para implantar uma metodologia mais apropriada a um novo conceito de ensino e/ou estilo de vida é originada na falta de conhecimento do perfeito funcionamento do homem. Estamos “domesticados” a ver o homem como um objeto compartimentado e não como uma individualidade, subjetividade enfim uma unidade com muitas funções como: falar, pensar, escolher e decidir. Esse é o novo homem, um continente maior e que deve ser acolhido, pesquisado e preparado para vencer possíveis contingências na apropriação do conhecimento, adequando-o à capacidade em desenvolvimento, afim de que, ele, o homem, possa alcançar a devida liberdade para experienciar à felicidade que já é sua por herança anterior. Esse novo homem (sec. 21), assim como seu antecessor, necessita de mestres e pais despertos espiritualmente, filosoficamente para os capacitar em sua missão. Evolução.
Para evoluir, desenvolver-se e apropriar-se do conhecimento recebido, e / ou passado, o homem deve ser criado livre e ter liberdade de escolher o melhor caminho. A família, escola, amigos, todos educam e, ao mesmo tempo são educados. O aprendizado será então uma troca, um acréscimo que tende a desenvolver e favorecer vínculos afetivos; aprender com amor, gratidão é muito mais eficaz. Podemos descobrir tomar consciência, que aprendemos todo tempo.
Essa percepção de aprendizagem de todos, o tempo todo, é nova. Esse conhecimento mesmo atualizando fatos históricos passados fará o aprendente compreender melhor a si mesmo e o meio social onde está inserido e o descortinar do amanhã não o pegará de surpresa, pois estará pronto para o enfrentamento dos desafios. Esse aprendente será um ser educado numa nova metodologia onde sua aprendizagem oriunda de um processo inter e intra transmissor do conhecido, do saber adquirido, com novas ideias e realizado por professores, seriam organizados livremente com olhar crítico voltado sempre para capacitação e potencialização. Nunca um processo formal, engessado, imutável. A educação seria idêntica a um caleidoscópio onde as escolhas seriam múltiplas. O que se faz necessário é os “administradores de destinos” compreenderem que a vida, a educação e principalmente o homem vive, mudanças. É desejando que se chega ao porto seguro. O Enfrentamento torna possíveis esses sonhos, ideias e valoriza a busca por essa nova maneira de aprender, ser criativo e corajoso. Sair da médiocridade para grandiosidade do conhecer-se a si mesmo e ao outro. O aprendente deixara de ser visto como algo secundário. Seria visto, com a importância que representa. “o futuro da raça.”
Claro está que para essa pedagogia serem implantada, os pedagogos teria que ser formados adequadamente, testados em suas afetividades e desprendimento. Conhecimento da missão escolhida e aceita. Educar crianças com subjetividade única, olhando de frente as dificuldades medindo esforços e aptidão de cada um.
Esses professores seriam mestres de si sem temer dizer “aprendo com os meus alunos todos os dias. Estarão pronto para ensinar porque sabe aprender com cada um com seus alunos.”
Maria da Penha Rocha.
Psicanálise e educação
Antes de escrever sobre a psicanálise e Educação escrevo sobre a escola formal.
A escola formal é a que ocorre nos espaços escolarizados, que sejam da educação infantil á pós-graduação, dá-se de forma intencional e com objetivos determinados. Ela engloba todas as formas de ensino-aprendizado seja político–pedagógico, político estatal etc.
Dr. Fernando de Mello Viana, advogado, professor e político, fez uma citação que ocupa espaço na porta de entrada de grupo escolar D. Pedro II em Belo Horizonte. “A escola atual é a escola da vida. Os professores e os Paes devem conjugar o pensamento de tal maneira que a creança em casa tenha um mestre e; na escola, elas tenham um pai”.
A criança da escola formal é muito mal compreendida, pelos docentes, companheiros e por que não dizer, por seus próprios pais que, como todos os citados as taxam de indisciplinados! Como sabemos a indisciplina a princípio é simplesmente ausência da disciplina.
É sempre expressa por comportamento individual, onde pode ser observado desobediência, desordem, rebeldia, insubordinação e desrespeito.
É provável serem os pais, os primeiros culpados dessa conduta deformada que as crianças usam como sinônimo de liberdade, de não limites e onde a lei do tudo eu quero e eu posso, só vai conduzir a criança à incompetência à discriminação e a marginalidade num futuro muito breve, pois quando ela inicia sua aprendizagem, já está comprometida a responsabilidade e o seu desenvolvimento como aprendente.
No meio escolar será apontada como rebelde, sem educação, incapaz de se comportar seja em sala de aula, seja em publico. A que se deve essa conduta senão aos pais, avós, ou seja, a família?
Sendo a mãe a principal figura materna é quem deve tornar-se ponderada, ser suficientemente boa e suficientemente mau, para ordenar e impor os limites do sim e do não de modo que as crianças construam, e com segurança, desenvolvam condições afetivas intelectuais e morais para alcançar sua autonomia; a mãe deve ser suficiente boa e equilibrada para saber lidar com situações simbióticas.
Se os pais não conseguem ser a estrada e/ou escada que como espelho, seus filhos seguem galgando cada passo e/ou degrau para atingir um projeto que a princípio lhe traçaram, o que eles (filhos) podem esperar quando o mundo e a sociedade inóspita cobrar-lhe, paciência, competência, segurança, confiança, compartilhamento, moralidade e outros tantos atributos? Portanto cabe aos pais, principalmente a mãe formar o filho que trouxe à vida. Cabe aos educadores detectar o mais cedo possível, possíveis sintomas que possam dificultar a aprendizagem do aprendente.
Uma criança indisciplinada não o é por livre escolha, várias são as causas que levam a criança a desenvolver um comportamento indisciplinado ou inadequado dentro da instituição de ensino. Dentre elas, a principal pode ser: distúrbios biopsicossociais – que desenvolve desde a gestação, infância, adolescência e adultidade, fases em que ocorrem grandes transformações biológicas no corpo e na mente do individuo em desenvolvimento e em formação acadêmica. Existe uma vasta expectativa pelo que se está aprendendo; sobre o que é realmente importante para formar um aprendente em seu desenvolvimento e maturação acadêmica; distúrbios relacionais, educativos entre os própios colegas, por influência de amigos, por distorções e baixa autoestima. Distúrbios do corpo docente e disfunção cerebral mínima (DCM), que levam seus portadores a desenvolver uma personalidade briguenta, apressada, agitada, inquieta, mas inteligente. Essas crianças terminam as tarefas antes das outras, não aguentam esperar, causam tumultos dentro de sala de aula, no recreio, na fila de entrada, no relacionamento com colegas. Se forem detectadas atitudes hostis, os docentes devem procurar averiguar o ambiente familiar, o sono da criança, para que a ajuda seja mais eficaz porque, um portador de (DCM) e/ou déficit mental apresenta frustrações e não tem controle sobre suas reações mais primitivas como: agressividade e impulsividade. Porém, são crianças dóceis se bem compreendidas em suas limitações e dificuldades tais como:
Puberdade, onipotência pubescente, estirão, menarca, mutação e onipotência.
A adolescência é um segundo parto: é nascer para a vida social, é um parto as avessas – os filhos expulsam os pais do seu mundo social. Eles têm e exercem a mania de ser Deus.
Tudo podem. São ousados, arrogantes, prepotentes, com baixa tolerância à frustração, cheios de certezas, não respeitam ciclos biológicos (alimentação, sono, lazer etc.) tão poucos acatam opiniões dos outros, principalmente dos pais.
O papel dos pais e dos profissionais pedagógicos deve visar o amadurecimento e desenvolvimento do aprendizado em conjunto, com o filho e/ ou aluno.
Educar é estabelecer novos laços. O aluno deve ter prazer em aprender, de estar na escola e principalmente sentir-se amado e respeitado. A educação deve ser uma produção individual e subjetiva de cada indivíduo e que antecipe uma nova maneira de vivenciar o gozo na escola, o desejo de aprender, Um novo conhecimento onde ele será integrante e determinante; será olhado, o aprendente, como um indivíduo além, e fazer o mesmo se conhecer e as suas potencialidades. O próprio aprendente determinará seu processo de aprendizagem, onde ele constrói seu tempo de absorção do conhecimento. O prazer, as escolhas, levará esse novo aluno a criar laços de afetividade com colegas e facilitadores, porque sabe aonde quer chegar, sabe o que é mais correto para seu saber, e sente-se amado, protegido em sua subjetividade.
Sente-se implicado no seu objeto de conhecimento; o que o torna responsável pela própria teoria do conhecimento buscado. Tendo muito mais chance em suas identificações, por exemplo: “ser o objeto de desejo do professor”. O aluno se coloca no contexto e escolhe ser, o que quer ser.
A maior dificuldade para implantar uma metodologia mais apropriada a um novo conceito de ensino e/ou estilo de vida é originada na falta de conhecimento do perfeito funcionamento do homem. Estamos “domesticados” a ver o homem como um objeto compartimentado e não como uma individualidade, subjetividade enfim uma unidade com muitas funções como: falar, pensar, escolher e decidir. Esse é o novo homem, um continente maior e que deve ser acolhido, pesquisado e preparado para vencer possíveis contingências na apropriação do conhecimento, adequando-o à capacidade em desenvolvimento, afim de que, ele, o homem, possa alcançar a devida liberdade para experienciar à felicidade que já é sua por herança anterior. Esse novo homem (sec. 21), assim como seu antecessor, necessita de mestres e pais despertos espiritualmente, filosoficamente para os capacitar em sua missão. Evolução.
Para evoluir, desenvolver-se e apropriar-se do conhecimento recebido, e / ou passado, o homem deve ser criado livre e ter liberdade de escolher o melhor caminho. A família, escola, amigos, todos educam e, ao mesmo tempo são educados. O aprendizado será então uma troca, um acréscimo que tende a desenvolver e favorecer vínculos afetivos; aprender com amor, gratidão é muito mais eficaz. Podemos descobrir tomar consciência, que aprendemos todo tempo.
Essa percepção de aprendizagem de todos, o tempo todo, é nova. Esse conhecimento mesmo atualizando fatos históricos passados fará o aprendente compreender melhor a si mesmo e o meio social onde está inserido e o descortinar do amanhã não o pegará de surpresa, pois estará pronto para o enfrentamento dos desafios. Esse aprendente será um ser educado numa nova metodologia onde sua aprendizagem oriunda de um processo inter e intra transmissor do conhecido, do saber adquirido, com novas ideias e realizado por professores, seriam organizados livremente com olhar crítico voltado sempre para capacitação e potencialização. Nunca um processo formal, engessado, imutável. A educação seria idêntica a um caleidoscópio onde as escolhas seriam múltiplas. O que se faz necessário é os “administradores de destinos” compreenderem que a vida, a educação e principalmente o homem vive, mudanças. É desejando que se chega ao porto seguro. O Enfrentamento torna possíveis esses sonhos, ideias e valoriza a busca por essa nova maneira de aprender, ser criativo e corajoso. Sair da médiocridade para grandiosidade do conhecer-se a si mesmo e ao outro. O aprendente deixara de ser visto como algo secundário. Seria visto, com a importância que representa. “o futuro da raça.”
Claro está que para essa pedagogia serem implantada, os pedagogos teria que ser formados adequadamente, testados em suas afetividades e desprendimento. Conhecimento da missão escolhida e aceita. Educar crianças com subjetividade única, olhando de frente as dificuldades medindo esforços e aptidão de cada um.
Esses professores seriam mestres de si sem temer dizer “aprendo com os meus alunos todos os dias. Estarão pronto para ensinar porque sabe aprender com cada um com seus alunos.”.
21/12/2012
08/08/2011
FUGINDO DA NEGATIVIDADE POR MAURO DIAS
FUGINDO DA NEGATIVIDADE.
Vivemos num mundo dual onde reina o mal e o bem, o negativo e o positivo. Fica difícil dizer qual é a predominância de um sobre o outro. A distinção entre o mal e o bem passou a ser uma necessidade humana na escolha do caminho que cada um deve trilhar. A percepção desta bipolaridade varia de pessoa para pessoa.
Todos nós somos responsáveis pela escolha que fazemos. Evitar o nosso mal e o mal dos outros é o maior desafio de nossas vidas neste planeta. Para evitar tudo de negativo que fazemos vai depender somente de nós mesmos, através de muita força de vontade e muita atenção com nossas atitudes e ações. A Terra é um planeta carregado de negatividade e nós viemos habitá-lo para testar nossa capacidade de desafiar essa força e dar um passo na nossa evolução. Portanto podemos evitar o mal de duas maneiras. A primeira é cuidar de nosso comportamento e essa já é bastante difícil. A segunda é ainda a mais difícil, porque vai depender da boa vontade e educação dos outros.
Na hipótese de uma pessoa chegar à perfeição de zerar sua negatividade, ainda assim, ela não poderá evitar a negatividade dos outros – pois o mal dos outros pode atingi-la e ela se tornaria uma vítima. Cada um tem o dever de preservar sua própria vida buscando a paz e o bem-estar no cumprimento de sua sobrevivência.
Essa é uma das preocupações das autoridades, dos pais e educadores na formação do caráter de cada pessoa criando normas e leis de comportamento para evitar o mal. Mas a experiência da vida nos mostra que o ser humano é excessivamente rebelde, manifestando freqüentemente seus instintos primitivos desobedecendo muitas regras de comportamento, manifestando seu ego a todo custo.
Essa atitude educativa já demonstra que o ser humano não é plenamente do bem, pois se assim fosse não precisava de aprendizado. Cada um de nós carrega dentro de si a semente do bem e do mal. Além disso, tivemos experiências em vidas passadas quando erramos em praticar o mal e quando também fomos vítimas do mal que os outros nos fizeram. Essa experiência é revelada de forma intuitiva, como se uma leve lembrança de sofrimentos passados nos indicasse que o mal tem de ser evitado. A pessoa de índole boa não sente bem em aprender e praticar o mal, enquanto que a pessoa de má índole gosta do aprendizado e da prática do mal.
Os habitantes da Terra têm duas origens distintas, os planetários e os dimensionais. Os planetários são humanos que vieram de outros planetas de terceira dimensão para habitar a Terra mantendo-se na mesma dimensão. Essa migração cósmica é comum nos diversos universos, ocorrendo em virtude de transições planetárias onde esses imigrantes foram reprovados e levados para outros planetas da mesma dimensão, porém em estado evolutivo inferior. Eles continuam escravos da negatividade, necessitando de sucessivas reencarnações, e não podiam continuar nos planetas promovidos.
Os dimensionais tiveram experiência em outras dimensões mais adiantadas onde existia somente o bem (Unidade). Vieram para a Terra em missão, mas perderam-se na negatividade por falta de experiência misturando-se com os planetários já estabelecidos aqui anteriormente. Ficaram prisioneiros da terceira dimensão. A única forma de livrar desta prisão é eliminar toda a negatividade adquirida alcançando a ascensão. Os dimensionais já despertos para esta verdade sentem freqüentemente uma tristeza por dois motivos, insatisfação com este planeta por toda forma de violência e saudade de um mundo mágico perdido, onde a força mental resolvia todas as questões, enquanto que aqui na Terra tudo é resolvido com força bruta e com violência generalizada. Caíram numa armadilha e estão lutando até hoje para vencer a força da negatividade.
A negatividade mais grave é a mais evitada, talvez por ser percebida com maior facilidade e também por ser regularizada por normas e leis com severas conseqüências. Deste modo, muitas pessoas se julgam bondosas, uma vez que nunca praticaram delitos censurados pela lei. Mas existem outras variedades de negatividade menores que passam despercebidas e por isto a pessoa continua dando sustento a elas, gerando maus resultados, tanto para si como para outros. Precisamos analisar nosso comportamento listando todas as negatividades que praticamos e substituindo cada uma por outra positividade oposta.
Cuide de seus pensamentos. Tudo que você pensa pode criar em outra dimensão uma realidade invisível. A constância no mesmo tipo de pensamento pode trazer essa forma-pensamento para a nossa realidade (terceira dimensão), ficando você responsável por essa realização. Na verdade o pensamento não consegue criar realidades de imediato, e nem podia, pois assim o mundo seria um caos – mas quando o pensamento tem constância poderá se materializar. Existe um ditado popular que diz “cabeça vazia é oficina do diabo” – portando procure estar ocupado com atividades positivas, pois são elas que governam seus pensamentos. Não importa se você está de folga, em férias ou aposentado, busque uma atividade positiva compatível com esta condição – mas nunca deixe seu pensamento divagando.
A partir de hoje procure observar as qualidades das pessoas. Esse é um exercício para treinar nossa mente despertar para o positivo. Comece com os familiares. Procure enumerar as qualidades do pai, da mãe, dos irmãos, dos tios, das avós, dos filhos. Os defeitos das pessoas não servem para nada, por isto busque as qualidades, pois elas poderão ser valiosas um dia para você. Cada um tem uma ou duas qualidades que ressaltam.
No trabalho, explore as qualidades de seus comandados. Um indivíduo pode ser lento, mas é caprichoso. Outro pode ser introvertido, mas é bom de cálculo. Com o passar do tempo, você notará que encontrou mais qualidades que esperava e os defeitos vão se apagando. Demonstre sua admiração, seu amor, seu respeito pelos outros através de gestos adequados no momento oportuno. Se você é chefe, nunca critique o funcionário em público – traga ele ao gabinete e diga para ele o que você está esperando dele.
Não fale mal das pessoas falecidas. Elas podem estar sofrendo dificuldades no outro plano astral por falta de luz e esclarecimento. Ao falar delas, você gera uma vibração negativa que é ressonante com a delas, sobretudo se você estiver censurando as ações delas aqui no plano físico. Elas podem se manifestar de maneira vingativa arruinando sua vida ao penetrar nas fendas de sua aura. Essas fendas são próprias de uma pessoa negativa que ainda está em desarmonia energética.
Procure estar quites com estas pessoas, perdoando, compreendendo que elas podiam ter seus motivos, que elas não tiveram oportunidade de esclarecimento e que podem estar sofrendo por suas ações aqui na Terra. Dirija a elas um pensamento bom, um desejo de paz e de luz onde quer que elas estejam. Nós devemos estar sempre quites com nossos antepassados. O perdão vai desconectar sua ligação mental com elas.
A inveja é um sentimento que só causa sofrimento ao próprio invejoso. Procure entender que estamos num mundo semelhante a um presidiário, onde cada um cumpre uma pena pelos delitos cometidos em outras vidas. Neste mundo ninguém é igual, como dizem as pessoas, a constituição e as leis. Essa igualdade só existiu no início quando fomos criados. Todos nós passamos por desafios para nosso próprio aperfeiçoamento ao longo de vários estágios de existência gerando as diferenças que hoje temos. Mesmo as pessoas de espírito puro, sem nenhuma condenação, vêm a este mundo em missão sabendo dos perigos, das dificuldades geradas pela negatividade do planeta. Esses desafios são diversos como a riqueza e a pobreza, a inteligência e a insanidade, a beleza e a feiúra, a saúde e a doença, a paz e a guerra, etc. As coisas positivas são também desafios, como a utilização da riqueza e da beleza. Para curar a inveja, viva a alegria e contentamento que o outro está vivenciando – imagine que você é um grande amigo ou irmão daquele beneficiado e fique também feliz pela alegria dele. Com o tempo você colherá benefícios semelhantes.
Evite todo tipo de discussão. Principalmente se não tem um motivo justo. Nestas discussões cada um quer provar que está certo. E daí, o que você ganha com esta comprovação? Alguém terá de ceder e muitas vezes quem perde pode ser aquele que está certo e desistiu da peleja para evitar o desconforto do confronto. O ganhador soberbo acha que venceu, e que estava certo.
Muitas vezes na vida perder é ganhar, dependendo do que vem depois. Um indivíduo não precisa forçosamente exibir o seu valor, pois muita gente é capaz de perceber suas qualidades sem precisar de demonstração. Após uma discussão, os participantes voltam enfraquecidos como resultado da perda da energia que o suposto ganhador sugou dos outros e também pela inutilidade do confronto. O suposto ganhador continuará neste vício, achando que ele está sempre certo, enganando a si mesmo. Mas ele não imagina que aqueles colegas ou amigos vão evitá-lo ao máximo nas próximas oportunidades.
Numa conversação fique atento com você e com os outros evitando a negatividade. Procure falar de coisas agradáveis que desperta curiosidade e atenção dos outros. Mantenha conversas sobre acontecimentos e notícias boas. Conte anedotas e histórias interessantes. Não fale mal de ninguém, nem mesmo do governo, pois você não tem o poder de se livrar dele. Se você não pode mudar o mal dos outros, porque perder tempo falando deles? Se o Governo mexeu no seu bolso, não permita que ele mexa também na sua mente. Aproveite este tempo com coisa construtiva, falando de assuntos positivos. Você está sempre sendo avaliado e analisado pelos outros. Ao falar mal dos outros é você que está perdendo pontos. Se uma pessoa fala mal de todos, o ouvinte poderá suspeitar que na sua ausência, ele será o foco da conversa.
Evite entrar na conversa de negativistas e de pessimistas. Vocês já viram aquelas pessoas nas filas de banco, ônibus e outros lugares só falando mal e olhando para você para ver se ganha um adepto? Não entre nesta! Finja não estar escutando, ou melhor, não escute mesmo.
Para conseguir algo de bom é necessário muita concentração e repetição do desejo durante certo tempo, mas o mesmo ocorre para o mal – por isto é aconselhável parar de curtir a negatividade, sem falar das coisas desagradáveis já citadas.
Quando você for para um evento festivo, faça um plano mental de comportamento. Leve alguma anedota para contar. Perceba a simpatia que os convidados estão sentindo em relação a você. Faça algum elogio sincero para alguém, ressaltando suas qualidades em harmonia com a verdade. Seja preferencialmente um ouvinte. Se tiver música e puder participar, cante ou toque algum instrumento. No mínimo incentive os artistas para o espetáculo com aplausos. Procure interessar pelos outros, sobre as novidades e seus feitos, pois assim você está ajudando um introvertido se abrir e participar de uma boa conversação. Conhecendo as pessoas você descobrirá qualidades delas que servirão de modelo para você.
Se alguém lhe procurar para contar um segredo, diga que não quer saber. Ignorar certas coisas pode ser o melhor e ainda você está fugindo da responsabilidade de manter o segredo. Se por acaso alguém lhe contar uma fofoca subitamente, de forma inevitável, não passe para frente e procure fazer uma lavagem cerebral deste assunto, de tal forma que você não conseguirá mais lembrar do episódio. Porque toda vez que você lembrar do fato, você vibrará negativamente ao censurar, ao julgar e ao mostrar indignação. A pessoa que conta os males alheios faz o ouvinte vibrar negativamente, tornando-se responsável por aquilo que despertou na mente deste ouvinte – essa pessoa induziu a malícia na mente do outro. Se sua mente está excessivamente ocupada com coisas boas, ela não tem espaço para as coisas ruins.
Evite julgar personalidades do passado. Você não tem todos os elementos completos para avaliar as atitudes deles. Você perceberá que lhe falta alguma coisa para estabelecer algum julgamento. Isto se deve ao fato de que você não vivenciou aquele tempo. Cada atitude de uma pessoa tem seu valor para um determinado tempo, para um determinado contexto. Qualquer tipo de avaliação, seja favorável ou desfavorável, pode ser um engano sem levar em conta o lugar e o tempo. Por isto tome cuidado com as histórias que lhe contam, pois muitas pessoas transmitem informações exageradas para enaltecer ou denegrir o valor de uma pessoa.
O bem e o mal se propagam numa progressão geométrica. Por exemplo, se você arranja um emprego para um pai, o rendimento deste trabalho resultará em benefícios para toda família com repercussão até para outras gerações. Por outro lado, o assassinato de um pai de família gera carências não só de dinheiro, mas também do afeto e companheirismo aniquilando com a vida dos familiares. A difamação tem um efeito desastroso na vida das vítimas – por isto não propague informações que produzam um resultado irreparável.
As coisas negativas devem ser evitadas a penetrar na nossa mente, por isto fuja de imagens, de sons, de filmes, de histórias e pessoas que produzem este efeito. Se você viu um desastre e não pode socorrer, evite observá-lo. Evite os filmes de violência, porque ao assisti-los, você está vivendo as cenas, como se você estivesse lá e suas emoções entram no jogo. Quando nós imaginamos uma cena, ela começa a existir no mundo fenomênico, ou seja, ela passa a existir numa outra dimensão.
Na verdade o que chamamos comumente de fantasia, é expressão de uma outra realidade que apenas não foi transferida para a realidade material da terceira dimensão. Quando uma pessoa vê um filme desta natureza, ela cria uma realidade sutil que pode vir a ser materializada no nosso mundo material e aí está o perigo.
Se você tem uma vida farta, de saúde, de amor e de paz, por que você procura vivenciar o mal que foi afastado de você pela vontade divina? Então evite estes filmes. Você foi poupado de participar desta vibração e ainda procura esta experiência maléfica? Como você pode perceber, existe muito mal que você ainda não detectou e que você participa dele sem notar.
Comece a filtrar os programas de televisão, pois eles estão bastante contaminados. Procure ocupar parte do tempo que antes você dedicava a esses programas com outras atividades mais benéficas.
Quando você for beneficiado por um acontecimento importante na sua vida, procure expressar sua gratidão distribuindo para outros benefícios semelhantes, ainda que em escala menor. Exemplo, se você ganhou na loteria, separe uma parte ainda que pequena para compartilhar com outros. Se você teve aumento salarial, também pode comprar algum presente para alguma pessoa. A dissipação de alegrias é um fator positivo que atrai também o positivo para você.
O bem e o mal estão distribuídos em variados lugares. Cada pessoa precisa desenvolver a capacidade de detectar esses lugares. Vocês já perceberam como que uma escola tem boas vibrações? Muitas pessoas sentem saudade da escola e do tempo escolar. Ao contrário, determinados bares são impregnados de vibrações negativas onde desenvolvem paixões, intrigas, conflitos e desregramentos. Quando a pessoa desenvolve seu lado bom, ela aguça sua percepção tornando-se incomodada com as baixas vibrações emanadas de certos lugares. Uma pessoa sensitiva capta essas vibrações em lugares onde houve crimes, mesmo quando o edifício foi demolido.
Evite curtir o passado, pois ele não pode voltar. Conforme disse o Dalai Lama, só existem dois dias que não podemos fazer nada, ontem e amanhã. Portanto, viva o dia de hoje. Se você está vivendo o agora, com uma vida longa, foi uma chance que Deus lhe deu para atualização e renovação – não fique preso ao passado. Então, mude o seu paradigma – atualize seus valores – abandone as coisas velhas. Aceite as mudanças e pare de censurar as novidades. Procure novas atividades, principalmente se você for aposentado. A sua vida foi prolongada para ser vivida neste tempo. Assim busque novas atividades, evitando a divagação do pensamento e a concentração da atenção na negatividade.
Evite atitudes de egoísmo, porque todos nós estamos no mesmo barco. Nem sempre podemos ficar isolado dos acontecimentos e conseqüências que ocorrem neste mundo. Procure compreender que nas relações profissionais todos precisam ganhar. A idéia de levar vantagem em tudo é perigosa porque cria arrependimento e frustração que são sensações negativas direcionadas para o contratante.
Então quando for contratar um serviço, não force o preço para baixo, pois você poderia estar impedindo do outro ganhar sua parte justa. A mania de barganhar gera negativismo, porque o profissional ao executar uma obra, pode constatar mais tarde, que está perdendo seu ganho pelo fato de ter concordado com o preço. Neste caso, o obreiro arrependido, lança toda sua raiva em direção ao contratante uma vez que tem a sensação de ter sido forçado e mesmo ludibriado.
Cada um de nós precisa aprender que é gratificante ver o outro satisfeito e contente com o preço justo. Existem muitas pessoas que não cedem nada e ficam radiantes de contratar serviços sempre pelo preço menor dos menores. Mas essas pessoas não percebem que a vantagem obtida escoa por outras saídas geradas pela desarmonia e descontentamento.
Tudo no mundo tem de ser harmonioso. Todos precisam viver e os negócios são bons quando todas as partes ficarem satisfeitas. Agindo desta forma, as transações de serviços ficam isentas de negatividade.
No passado, muitos pensavam que a inteligência de uma pessoa podia resolver tudo. Mas hoje, podemos presenciar muitas pessoas de coeficiente de inteligência elevado, mas desequilibradas a ponto de não conseguir por em ordem sua própria vida. Constatamos que o negativismo anula os efeitos da inteligência. Não adianta uma pessoa ser muito inteligente se este dom não resultar em felicidade.
A solução será cada um observar com atenção os sinais da negatividade e evitá-los o quanto possível. Podemos presenciar, a todo instante, pessoas inteligentes incapazes de lidar com as negatividades colocadas em seus caminhos. Isto acontece porque as emoções são próprias do ser humano e elas constantemente estão interferindo nas nossas atividades bloqueando a razão.
Cuidado com as emoções – não faça nada quando estiver dominado por elas – adie qualquer atitude. Elas se manifestam impulsionadas pelos nossos instintos primitivos podendo causar transtornos para nossa vida. A inteligência não deve visar somente solucionar questões matemáticas e abstratas, mas também ficar alerta para as emoções e o negativismo, em busca da felicidade.
Depois que a pessoa vivenciar todos os direcionamentos comentados com profundidade e durante um longo tempo, então ela começará a praticar a neutralidade. Esta é a saída para escapar da dualidade. Nesta fase esta pessoa é capaz de assistir a um filme violento sem deixar um fio de emoção se manifestar. Entretanto, isto não é uma recomendação para assistirem a esses tipos de filmes ou mesmo presenciar qualquer drama, pois eles devem ser sempre evitados. Mas a neutralidade pode brotar no final deste processo assustando a pessoa pela falta de emoção. Porém isto é um sinal que a pessoa deu um passo à frente em sua evolução.
Não adianta apenas compreender este assunto sem uma mudança de comportamento. Para isto torna-se necessário um exercício muito agradável a título de experiência: Escreva em pedaços de papel os seguintes comandos para o subconsciente:
a) a luz divina me orienta;
b) a luz divina me ensina;
c) a luz divina me acalenta;
d) a luz divina me ilumina;
e) a luz divina me sublima.
b) a luz divina me ensina;
c) a luz divina me acalenta;
d) a luz divina me ilumina;
e) a luz divina me sublima.
Coloque estas frases em locais que você possa vê-las diariamente tais como: no espelho do banheiro, dentro do guarda-roupa, dentro do armário de serviço, etc.
Toda vez que você deparar com uma dessas frases, você lembrará do exercício e sentirá uma confiança que nunca você teve antes.
Quando você tiver um problema para resolver ou escolher um caminho alternativo ou ainda a solução mais adequada para um dilema, você dirá: “A luz divina me orienta“, então você sentirá que uma força misteriosa lhe colocará no caminho certo, resolvendo todos os desafios. Se você tiver dificuldade em algum aprendizado, você dirá “A luz divina me ensina “ e encontrará a facilidade necessária para aquele aprendizado. Da mesma forma, se você sentir uma dor física ou psíquica, ou se for violentado e injustiçado, você dirá “A luz divina me acalenta “ – você sentirá algo atuando dentro de você, como se fosse um analgésico. No momento de necessidade em falar ou expor uma assunto embaraçoso você dirá “ A luz divina me ilumina “ – você encontrará a facilidade suficiente para transpor este obstáculo - e finalmente quando sentir a alegria de tudo isto, você dirá “A luz divina me sublima”. Finalmente você sentirá uma fusão de todo este poder.
Esta experiência formará na sua mente um hábito de contato constante com a luz divina, aumentando sua fé, dando-lhe a confiança para enfrentar os desafios da vida. Você não terá muita pressa, pois terá certeza que a luz divina se manifestará no seu íntimo com a solução do problema.
Você sentirá que estes comandos passam a impedir os pensamentos negativos. Você perceberá a fluidez de soluções para os mais diversos problemas com idéias novas. Na escuridão dos problemas você encontrará as diversas saídas. Você notará uma força que bloqueia todas as ações impetuosas, evitando palavras duras, evitando críticas, evitando desentendimentos. Então você ficará aberto para receber sugestões, conselhos construtivos e variadas idéias – você terá a paciência necessária para escutar, avaliar e escolher o melhor. Não duvide! Faça a experiência e sinta que em três semanas já terá algum resultado.
Este texto, com certeza, não tem todos os aspectos da negatividade, mas já é o bastante para despertar qualquer pessoa iniciante que está em busca do aperfeiçoamento de sua conscientização cósmica.
17/05/2011
REPETÊNCIA ESCOLAR: DE QUEM É A CULPA?

A REPETÊNCIA ESCOLAR
Izabel Sadalla Grispino *
O cenário da educação brasileira é sombrio, não só pela baixa qualidade do ensino, como pelo grande número de evasão e repetência dos alunos. Pobreza e métodos ineficazes de aprendizagem resultam em aluno fora da escola, levando com ele a escuridão e a eterna dependência. Sobre a América Latina, dados da Unesco de 1997 mostraram, entre nós, um elevado grau de repetência na 1.ª série do 1.º grau (54%), superando Colômbia (43,8%), Bolívia (38,4%), Peru (29%), Equador (28,2%) e Paraguai (27,6%). Também, o Brasil revelou um grande percentual de alunos que demoravam para concluir as quatro primeiras séries: 8,2 anos, em média, contra 6,5 anos no Peru, 6,3 anos no Paraguai, 6,2 anos na Colômbia e Equador e 4,8 anos na Bolívia.
O grau de repetência revela o grau de cultura dos diversos povos e o descaso que foi dado à educação nesses países, porque repetência também é resultado da conjuntura socioeconômica-cultural do país. No Brasil, além das causas inerentes a essa conjuntura, permanecia a arraigada cultura da repetência. No passado, ainda não muito distante, o melhor professor era aquele que mais reprovava, quando, hoje, sabemos que o que lhe faltava era um bom método didático-pedagógico, um trabalho mais apurado no seu senso de relacionamento interpessoal. A repetência não deixa de ser ponto negativo tanto para o aluno quanto para o professor. Ela revela deficiência estrutural, ocorre, principalmente, quando o aluno foi pouco estimulado, quando a escola não conseguiu ensiná-lo a aprender, a transformá-lo em estudante. A repetência é indicada em casos de imaturidade, quando a criança precisa de um tempo maior para compreender conceitos básicos. O ritmo em que o aluno aprende é importante na aquisição do conhecimento.
O princípio fundamental da educação é dar uma boa formação ao aluno, tanto no aspecto cognitivo, como no aspecto comportamental. A escola sempre discutiu a necessidade de se proporcionar ao aluno uma boa base, para que ele pudesse prosseguir estruturado em seus estudos. Esse critério de base continua, o que muda é o conceito da base, a maneira de adquiri-la. A base não se sustenta, como anteriormente se acreditava, pelo amontoado de conhecimento, adquirido pela teorização, pela memorização. Sustenta-se pelas vias de aquisição do conhecimento, ou seja, pelo desenvolvimento das competências cognitivas de caráter geral, levando o aluno a pensar, a criar, a criticar, a agir, a se tornar uma cabeça pensante. O que precisa mudar é a característica da aprendizagem; que ela seja prática, que dê ao aluno a oportunidade de elaborar, criando um verdadeiro processo de construção do conhecimento. O conhecimento teórico é apenas complementar, afinal, adquirimos conhecimento para intervir na realidade. No construtivismo, o professor leva o aluno a vivenciar as situações, a redescobrir o mundo pelo próprio esforço e iniciativa, a redescobrir seus princípios, suas leis de funcionamento.
Entrosando-se no método construtivista, o aluno vai desenvolver habilidades, vai assimilar conceitos, e estes, no momento preciso, vão suprir, com vantagem, o conhecimento deixado para trás.
Junto à metodologia, propõe-se que a escola passe a cultivar a filosofia do sucesso, que abrace a idéia de que ela é lugar de inclusão e não de exclusão. Quer-se uma escola com o objetivo centrado na aprendizagem, não no ensino. Uma escola que encontre o caminho da aprendizagem, que trabalhe e considere as diferenças individuais, que estabeleça e respeite, na avaliação, os padrões de máximo e de mínimo, conforme o potencial de cada um. Abordagem esta, facilitada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que dá liberdade às escolas inovarem, para fazer o aluno aprender.
Várias metas foram traçadas pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo com a finalidade de evitar a repetência, quais sejam: o programa de aceleração da aprendizagem, destinado a alunos com defasagem idade/série, no qual o aluno cumpre o currículo de dois anos em um; o programa especial de férias, com aulas de recuperação que valem como oportunidade para o aluno passar de ano; o sistema de matrícula por dependência e a formação do ensino fundamental em ciclos, em que não há reprovação anual. O aluno só pode ser reprovado no fim de cada ciclo. A escola deve, ainda, oferecer ao aluno, durante o ano, um programa de recuperação continuada.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, em 1998, introduziu a progressão continuada no ensino fundamental, o sistema de ciclos, que praticamente extingue a repetência. Contudo, se a repetência diminuiu, o ensino piorou e muito.
“Os Parâmetros Curriculares Nacionais” (PCN), abordando conteúdos variados e atualizados, propondo, ao lado do currículo formal, o currículo oculto – em que se considera a realidade vivida pelo aluno – adotando práticas estimuladoras da aprendizagem, contribuem, quando bem aplicados, a reduzir as taxas de evasão e repetência. Estas medidas, contudo, embora salutares, são paliativas, visto que o fulcro da questão reside na deficiente formação docente e nas precárias condições em que o ensino se processa.
Se a escola vai contribuir com a democratização do ensino, lutar para manter em seu recinto alunos das mais diferentes camadas sociais, deve tornar-se mais significativa, programar aulas mais interessantes, conteúdos próximos do aluno. Deve aprimorar seu sistema de avaliação, adotar uma concepção de educação e a partir dessa concepção formular seu projeto pedagógico e seu critério de avaliação. Se a avaliação tiver uma concepção democrática, ela jamais estabelecerá um padrão único, estabelecerá, ao lado dos objetivos desejáveis, os objetivos essenciais. Deve conceber uma avaliação que não se feche, uma avaliação aberta, ampla, onde criatividade, inventividade, intuição tenham sua apreciação considerada.
O professor tem uma função complexa, singular, interdisciplinar, contextualizada. Complexa, porque precisa, entre outras, ter sensibilidade para perceber e acolher as diferenças individuais. Trabalhar segundo o nível e o ritmo de cada aluno, respeitar sua potencialidade; desenvolver habilidades e atitudes à medida que os alunos se apropriam do conhecimento. Precisa estabelecer coerência entre a metodologia de ensino e o conteúdo programático. Singular, porque não há duas classes iguais, dois alunos iguais ou dois professores iguais, cada um com sua história única. Interdisciplinar, porque o conteúdo de sua disciplina tem que estar interligado ao conteúdo das demais disciplinas do currículo, colaborando com a formação geral do educando. Contextualizada, porque seu conteúdo deve estar relacionado aos contextos sociais, culturais. O professor deve atuar em consonância à sociedade, à comunidade, à família, à experiência de vida dos alunos.
Se na escola tradicional, o professor era caracterizado por palavras como: “escultor”, “piloto”, “espelho”, “jardineiro”, hoje é por “investigador”, “reflexivo”, “experimentador”, “construtor”.
Pense nisso, professor
09/05/2011
08/05/2011
MÃE, AH MÃE!
MÃE, AH MÃE!
Tem bicho mais estranho do que mãe?Mãe é alma contraditória.
É alegria no choro.
É carinho na raiva.
É o sim no não.
Só mãe mesmo pra ser o oposto...
E depois o contrário de novo.
Vai ver que é porque filho não vem com manual de instrução. e pra conduzir as
crias no mundo, ela usa só de intuição, pra tentar fazer tudo direito.
Mas como pode ser assim, tão incoerente?
Ela diz:
Filho, você não come nada...
E logo se contradiz:
Para de comer, que eu estou botando o jantar!
E aí ela lamenta:
Ai, que eu não vejo a hora desse menino crescer!
Mas logo se arrepende:
Deixa que eu faço, você ainda é uma criança...
E quando ela manda:
Tira essa roupa quente, menina!
E logo em seguida:
Veste o casaco, quer pegar um resfriado?
Esse menino dorme demais...
Esse menino não descansa...
Essa menina vive na rua!...
Filha, sai um pouquinho, vai pegar um sol...
Pois é, gente, que pessoa é essa que jura que nunca mais...
E no momento seguinte promete que vai ser pra sempre?
Essa pessoa é assim mesmo:
Igual e diferente de tudo o que a gente já viu.
É a fortaleza que aguenta o tranco, só pra não ver o filho chorar.
É o sorriso de orgulho escondido, só pra não se revelar.
Mãe dá uma canseira na gente.
E às vezes tira do sério...
Até que um dia a gente se depara com uma ausência insuportável:
É a mãe que vai embora, deixando um vazio enorme, escuro, silencioso.
E aí descobre que, mesmo errando, ela sabia de tudo, desde o início.
E fez de tudo pra acertar.
Porque criar filho não tem regra - é doação e amor simplesmente.
Então, se você tiver privilégio de abraçar sua mãe nesse segundo domingo de
maio, agradeça, porque o presente é seu. E esteja certo:
Mesmo sem manual de instrução, ela continua aí, atrapalhada, contraditória...
Mas com o olhar atento, querendo entender como você funciona.
E fazendo de tudo pra você não falhar.
Feliz dia das mães!
Salvador 13/05/11
04/04/2011
Os hábitos familiares e a transmisão de valores
OS HÁBITOS FAMILIARES E A TRANSMISSÃO DE VALORES
Justiça, igualdade, tolerância… São palavras que cada dia mais se escutam nas escolas. A “Educação nos Valores” já está presente no curriculum escolar, mas isso não é suficiente. Ficar no nível teórico não serve de nada. E, na prática, esquecemos frequentemente que palavras tão grandiosas como “Empatia” ou “Respeito” se traduzem em premissas tão singelas como “não atirar papéis para o chão”, “ceder o assento a quem mais o necessite” ou “abrir a porta a quem vai carregado”.
Que a “Educação nos Valores” tenha chegado às escolas é um passo que realmente devemos celebrar: Saber ser pessoa, é mais importante, do que saber resolver integrais ou saber em que ano começou a Revolução Francesa. Entretanto, enquanto que a instrução e formação intelectual é um objectivo a conseguir primordialmente através da escola, a educação e desenvolvimento pessoal é-o através da família.
Nunca devemos esquecer que o lar é o autêntico formador de pessoas. As crianças aprendem continuamente através dos seus pais, não só o que estes lhes contam, mas também, sobretudo, pelo que vêem neles, como actuam, como respondem perante os problemas. Em definitivo, as crianças observam e copiam o proceder dos seus pais perante a vida.
A autêntica educação nos valores transmite-se, passa dos pais para os seus filhos desde o dia do nascimento até ao final da vida. Não obstante, tem uma importância relevante durante os primeiros anos. Até aos seis ou sete anos de idade as crianças possuem uma moral denominada “heterónima”, ou seja, a sua motivação para fazer as coisas de uma maneira ou de outra é corresponder ao queo papá e a mamã desejariam: o que dizem os pais são “verdades absolutas”. Conforme crescem vão compreendendo melhor por que é importante actuar de certa forma e não de outras, mas seguem, sempre, guiando-se pelo que vêem em casa, especialmente até aos doze anos. Daíí a tremenda importância de educar as crianças através do exemplo, para desenvolver uma educação cívica.
Faz o que eu faço
Todos temos na mente uma ideia de como gostaríamos que fosse a sociedade, em que mundo queremos que vivam os nossos filhos: um sitio limpo, em que as pessoas se ajudem e respeitem, onde todos tenhamos os mesmos direitos… Depois saímos à rua pensando no trabalho, nas compras, na ortodoncia do menino e esquecemo-nos de todos esses bons propósitos. De repente, queremos ser os primeiros a sair do metro, incomoda-nos o carro que torna lenta a circulação, esquecemo-nos de dar os bons dias ao porteiro… e assim, dia após dia, diante o olhar sempre atento das crianças, que, já se sabe, absorvem tudo como esponjas.
Já comentámos que, até os doze anos aproximadamente, o lar é a principal fonte de valores, direitos e deveres da criança. Agora também terá que se dizer que há coisas que dificilmente se aprendem mais tarde. Se em pequenos não nos acostumamos a guardar o pacote no bolso quando não há um cesto de papéis à mão, a não pôr a música muito alta para não incomodar o vizinho, a dizer obrigado quando nos fazem um favor ou a não insultar os que são diferentes, será mais complicado aprendê-lo mais tarde.
Porque o civismo, o respeito, a honestidade e todos os valores humanos são em grande medida hábitos, rotinas que aprendemos em família, de forma inconsciente, e que mais adiante chegamos a valorizar com a reflexão que permite a maturidade.
Por isso, a melhor forma de transmitir valores, de aprender a viver em sociedade, é não aplicar jamais a tão popular frase de “faz o que eu digo e não o que eu faço”. Se quisermos que nossos filhos alcancem essa sociedade tão sonhada devemos começar por criá-la nós mesmos e “fazer o que dizemos”.
Que “hábitos-valores” fomentar?
Decerto que vocês mesmos têm a resposta. Só têm que pensar que tipo de pessoas gostariam que fossem os vossos filhos e actuar em consequência. Como vimos, a coerência entre as ideias que querem transmitir e a forma como se actua em casa é a chave principal.
A maioria das pessoas considera como nobres os mesmos tipos de valores. Entretanto, às vezes é difícil reconhecer em nós mesmo onde encaixa a conexão entre “crenças” e “forma de ser”. Estes conselhos podem ajudar a reflectir sobre isso:
Se quiserem que o vossofilho seja uma pessoa razoável, raciocinem com ele desde o primeiro dia. Não utilizem o “porque eu digo”. Logicamente haverá muitas ocasiões em que tenham que lhe ordenar as coisas, mas sempre podem argumentar o motivo.
O respeito onde primeiro se observa é entre os pais. As decisões no casal devem ser sempre compartilhadas. Se discutem, façam-no de forma tranquila, sem recriminar. Saber viver em sociedade é saber aceitar as opiniões distintas.
Onde mais se fomentam os estereótipos é no lar. Pensaram alguma vez em coisas como quem limpa a casa?, quem troca as lâmpadas?, etc. Tratem de compartilhar entre vós os distintos papéis.
Se se preocuparem com as influências externas pensem que têm uma arma muito importante ao vosso alcance: os vossoscomentários. Falem com o vossofilho sobre a opinião que merecem as actuações dos outros (tanto no positivo como no negativo). Isto é importante, sobretudo, contra a influência da televisão.
Compreender ajuda a aprender
Os valores transmitem-se através do exemplo, mas assentam com força, graças à compreensão de que são necessários. Como podemos ajudar uma criança pequena a perceber esta importância? Uma boa maneira é aplicar a fórmula de “faz pelos outros o que gostarias que fizessem por ti, e não lhes faças o que não gostarias que te fizessem”. Por outras palavras, colocar as crianças na hipótese de serem eles os protagonistas de certas atitudes. É muito mais eficaz para que o vossofilho a entenda, dizer-lhe: “Gostarias que se rissem de ti porque usas óculos? como te sentirias?”, do que lhe dizer simplesmente: “Não deves rir do João por ter aparelho nos dentes”.
(Esther García Schmah, Pedagoga, www.solohijos.com, www.mujernueva.org)
Justiça, igualdade, tolerância… São palavras que cada dia mais se escutam nas escolas. A “Educação nos Valores” já está presente no curriculum escolar, mas isso não é suficiente. Ficar no nível teórico não serve de nada. E, na prática, esquecemos frequentemente que palavras tão grandiosas como “Empatia” ou “Respeito” se traduzem em premissas tão singelas como “não atirar papéis para o chão”, “ceder o assento a quem mais o necessite” ou “abrir a porta a quem vai carregado”.
Que a “Educação nos Valores” tenha chegado às escolas é um passo que realmente devemos celebrar: Saber ser pessoa, é mais importante, do que saber resolver integrais ou saber em que ano começou a Revolução Francesa. Entretanto, enquanto que a instrução e formação intelectual é um objectivo a conseguir primordialmente através da escola, a educação e desenvolvimento pessoal é-o através da família.
Nunca devemos esquecer que o lar é o autêntico formador de pessoas. As crianças aprendem continuamente através dos seus pais, não só o que estes lhes contam, mas também, sobretudo, pelo que vêem neles, como actuam, como respondem perante os problemas. Em definitivo, as crianças observam e copiam o proceder dos seus pais perante a vida.
A autêntica educação nos valores transmite-se, passa dos pais para os seus filhos desde o dia do nascimento até ao final da vida. Não obstante, tem uma importância relevante durante os primeiros anos. Até aos seis ou sete anos de idade as crianças possuem uma moral denominada “heterónima”, ou seja, a sua motivação para fazer as coisas de uma maneira ou de outra é corresponder ao queo papá e a mamã desejariam: o que dizem os pais são “verdades absolutas”. Conforme crescem vão compreendendo melhor por que é importante actuar de certa forma e não de outras, mas seguem, sempre, guiando-se pelo que vêem em casa, especialmente até aos doze anos. Daíí a tremenda importância de educar as crianças através do exemplo, para desenvolver uma educação cívica.
Faz o que eu faço
Todos temos na mente uma ideia de como gostaríamos que fosse a sociedade, em que mundo queremos que vivam os nossos filhos: um sitio limpo, em que as pessoas se ajudem e respeitem, onde todos tenhamos os mesmos direitos… Depois saímos à rua pensando no trabalho, nas compras, na ortodoncia do menino e esquecemo-nos de todos esses bons propósitos. De repente, queremos ser os primeiros a sair do metro, incomoda-nos o carro que torna lenta a circulação, esquecemo-nos de dar os bons dias ao porteiro… e assim, dia após dia, diante o olhar sempre atento das crianças, que, já se sabe, absorvem tudo como esponjas.
Já comentámos que, até os doze anos aproximadamente, o lar é a principal fonte de valores, direitos e deveres da criança. Agora também terá que se dizer que há coisas que dificilmente se aprendem mais tarde. Se em pequenos não nos acostumamos a guardar o pacote no bolso quando não há um cesto de papéis à mão, a não pôr a música muito alta para não incomodar o vizinho, a dizer obrigado quando nos fazem um favor ou a não insultar os que são diferentes, será mais complicado aprendê-lo mais tarde.
Porque o civismo, o respeito, a honestidade e todos os valores humanos são em grande medida hábitos, rotinas que aprendemos em família, de forma inconsciente, e que mais adiante chegamos a valorizar com a reflexão que permite a maturidade.
Por isso, a melhor forma de transmitir valores, de aprender a viver em sociedade, é não aplicar jamais a tão popular frase de “faz o que eu digo e não o que eu faço”. Se quisermos que nossos filhos alcancem essa sociedade tão sonhada devemos começar por criá-la nós mesmos e “fazer o que dizemos”.
Que “hábitos-valores” fomentar?
Decerto que vocês mesmos têm a resposta. Só têm que pensar que tipo de pessoas gostariam que fossem os vossos filhos e actuar em consequência. Como vimos, a coerência entre as ideias que querem transmitir e a forma como se actua em casa é a chave principal.
A maioria das pessoas considera como nobres os mesmos tipos de valores. Entretanto, às vezes é difícil reconhecer em nós mesmo onde encaixa a conexão entre “crenças” e “forma de ser”. Estes conselhos podem ajudar a reflectir sobre isso:
Se quiserem que o vossofilho seja uma pessoa razoável, raciocinem com ele desde o primeiro dia. Não utilizem o “porque eu digo”. Logicamente haverá muitas ocasiões em que tenham que lhe ordenar as coisas, mas sempre podem argumentar o motivo.
O respeito onde primeiro se observa é entre os pais. As decisões no casal devem ser sempre compartilhadas. Se discutem, façam-no de forma tranquila, sem recriminar. Saber viver em sociedade é saber aceitar as opiniões distintas.
Onde mais se fomentam os estereótipos é no lar. Pensaram alguma vez em coisas como quem limpa a casa?, quem troca as lâmpadas?, etc. Tratem de compartilhar entre vós os distintos papéis.
Se se preocuparem com as influências externas pensem que têm uma arma muito importante ao vosso alcance: os vossoscomentários. Falem com o vossofilho sobre a opinião que merecem as actuações dos outros (tanto no positivo como no negativo). Isto é importante, sobretudo, contra a influência da televisão.
Compreender ajuda a aprender
Os valores transmitem-se através do exemplo, mas assentam com força, graças à compreensão de que são necessários. Como podemos ajudar uma criança pequena a perceber esta importância? Uma boa maneira é aplicar a fórmula de “faz pelos outros o que gostarias que fizessem por ti, e não lhes faças o que não gostarias que te fizessem”. Por outras palavras, colocar as crianças na hipótese de serem eles os protagonistas de certas atitudes. É muito mais eficaz para que o vossofilho a entenda, dizer-lhe: “Gostarias que se rissem de ti porque usas óculos? como te sentirias?”, do que lhe dizer simplesmente: “Não deves rir do João por ter aparelho nos dentes”.
(Esther García Schmah, Pedagoga, www.solohijos.com, www.mujernueva.org)
Algo que as escolas não ensinam- Bil Gate
ALGO QUE AS ESCOLAS NÃO ENSINAM - BIL GATE

Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates recentemente ditou numa conferência em uma escola secundária sobre 11 regras que os estudantes não aprenderiam na escola.
Ele fala sobre como a
"política educacional de vida fácil para as crianças"
têm criado uma geração sem conceito da realidade,
e como esta política têm levado as pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola.
Muito conciso, todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora ou mais...
Bill Gates falou por menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero...
Regra 1
A vida não é fácil, acostume-se com isso.
Regra 2
O mundo não está preocupado com a sua auto-estima.
O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
Regra 3
Você não ganhará R$ 20.000 por mês assim que sair da escola.
Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à
disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
Regra 4
Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena de você.
Regra 5
Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social.
Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
Regra 6
Se você fracassar, não é culpa de seus pais.
Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
Regra 7
Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora.
Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e
ouvir você dizer que eles são "ridículos".
Então antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
Regra 8
Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim.
Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar.
Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real.
Se pisar na bola, está despedido...
RUA !!!
Faça certo da primeira vez!
Regra 9
A vida não é dividida em semestres.
Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros
empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
Regra 10
Televisão NÃO é vida real.
Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boite e ir trabalhar.
Regra 11
Seja legal com os CDFs - aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas.
Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.
Bill Gates, dono da maior fortuna pessoal do mundo e da Microsoft, a única empresa que enfrentou e venceu a Big Blues, IBM, que construiu o primeiro cérebro eletrônico (computador) do mundo, desde a sua fundação em meados de 1900".
Recebi isso em um e-mail, achei importante; pelo que decidi expor aqui.
Maria da Penha Rocha
O ÊXITO ESCOLAR DEPENDE DA FAMÍLIA!
“O meu filho passou nos exames, é um aluno fenomenal! O meu filho reprovou, o professor é um incompetente!” Estas são atitudes típicas de um fim de Julho: endossar a responsabilidade do fracasso escolar à escola, aos professores e aos programas, ou massacrar o filho-aluno pela sua negligência ou desinteresse, é uma maneira fácil de arranjar desculpas e fechar os olhos a outras realidades.
Atribuir toda a culpa aos pais também seria injusto. Devem dividir-se as responsabilidades no insucesso e nos méritos em caso de êxito. Mas limitemo-nos às condições familiares do êxito escolar.
Causas de reprovação
O ritmo endiabrado em que vivem algumas famílias, chega para explicar o insucesso escolar de muitos filhos. “As crianças recuperam segunda-feira no colégio!”. O mesmo acontece no dia a seguir à transmissão de certos programas de cariz mais popular. Esta é uma constatação indesmentida de muitos professores.
Se se quiser que as crianças trabalhem na escola, têm que estar descansadas: as horas do sono antes da meia-noite contam a dobrar; nos fins de semana, o ar puro, é mais relaxante do que as desesperantes viagens no assento traseiro de um carro, o jogo é muito mais são do que a televisão. Como é que alguns miúdos, que vêem mil horas de televisão por ano. vão dar atenção aos problemas , às equações, ou a conjugação dos verbos? Que criança diariamente confrontada com cenas de violência, de sangue de assaltos e roubos, pode interessar-se pela poesia, pela música, pela pintura pela cultura?!
A estabilidade familiar
O ritmo de vida cada vez mais agitado e trepidante dos pais, pode destruir o frágil equilíbrio nervoso das crianças e comprometer o seu futuro escolar. Isto é, sem dúvida, uma das causas do crescente fracasso na escola.
Mas para além destas, existem outras causas mais profundas e perigosas, como a instabilidade familiar e a insegurança da criança. Viver em segurança, numa atmosfera serena, é algo capital, tanto para esta como para os adolescentes. Isto supõe viver numa família estável e coerente: constância das pessoas, das situações, da presença e da serenidade dos pais.
O sentimento de segurança na criança não deriva, como no adulto, da situação económica da família, mas da harmonia que reina entre os seus pais, do amor que os une e da estabilidade do lar. Casos há de filhos ricos que vivem inseguros, e filhos de pais desempregados que gozam de uma perfeita serenidade.
Se os pais brigam e se separam um do outro, o equilíbrio da criança acabará por sofrer. Pensará que já não o amam, que não precisam dele e que não conta para nada. “Ah, se não fossem os filhos!”, eis o grito de tantos momentos. Com ele se cria, então, um sentimento paralisante, de inutilidade e complexo de inferioridade: a criança perde todo o atractivo pelo trabalho escolar e não é capaz de fazer o menor esforço. Surge também um sentimento de culpabilidade: “sou um incómodo”. Por fim, os pais ficam assombrados com o baixo rendimento escolar dos filhos.
Nota negativa aos pais
Todos os professores têm exemplos de bons alunos, às vezes os melhores, que de um momento para o outro se negam a trabalhar. Para serem bons pais, é necessário começar por serem bons esposos. O amor conjugal é a base da educação. Pais desunidos, mesmo que continuem juntos por respeito social ou “pelo bem dos filhos”, criam alunos com problemas.
Para além de necessária, a estabilidade do lar não é uma condição suficiente. A criança e o adolescente devem ser valorizados. Senti-lo-ão quando surgirem os imponderáveis e “saboreá-lo-ão na sopa”. Ser valorizado significa, antes de mais, ser aceite, tal como um filho o é, com todas as debilidades e defeitos.
Têm de notar que os seus pais se sentem felizes com a sua presença, que lhes dedicam tempo, que não são mais um parasita em casa, que lhes dão responsabilidades, que são úteis. E também presenciar a alegria e o júbilo pelos seus êxitos e esforços. “Faço feliz o meu pai, o que quer dizer que aos seus olhos sou importante, que tenho valor. Procurarei triunfar em tudo o que empreender. Sou forte”.
Pelo contrário, se a criança não tem êxito nas relações com os seus progenitores, não triunfará na vida e isso logo virá ao de cima. na escola. O sentimento de inutilidade amputa braços e pernas perante as tarefas escolares. “Não conto, não valho nada, não passarei na escola, para quê tentar?” Perante este complexo de derrota, o professor fica indefeso. A causa não está na criança mas na sua família.
O “menino-rei”
Mas, se bem que seja importante valorizar a criança, não convém protegê-la em excesso. Não se deve fazer por ela aquilo que pode fazer sozinha. “O menino rei”, a quem se evitam as mínimas dificuldades, a quem se satisfazem todos os desejos e tudo consegue, graças ao poder dos seus pais, não atingirá nunca a autonomia. Se lhe apertam os sapatos, se lhe levam a pasta, está alguém ao seu lado.
É um menino mimado no sentido pleno da palavra. Cresce num mundo dourado, onde todos os problemas se lhe resolvem, evitando qualquer oportunidade de pensar, onde se removem todos os obstáculos e as oportunidades de crescer, onde nunca se diz “não”, eliminando todas as possibilidades de frustração, que têm algo de positivo.
Quando entrar num universo menos artificial, onde dependerá apenas de si próprio, sobretudo no ensino secundário, sentir-se-á perdido e impotente, abandonará a luta e gritará por socorro, tão depressa se solicite a sua iniciativa, a sua reflexão pessoal, ou a sua investigação.
Taciturno, conformista, dependente, sonhador e medroso, a este aluno vai-lhe custar estabelecer contacto com os companheiros, porque tem dificuldades de comunicação e padece de um complexo de inferioridade. É um aluno problemático que encara mal o obstáculo que pode ser o estudo. Às vezes pode curar-se, mas o mal é quase sempre profundo e vai acompanhá-lo pela vida fora.
Como se vê, o êxito escolar depende muito do contexto familiar: é preciso mandar à escola crianças com boa saúde física, afectiva e mental, queridas, aceites, valorizadas e protegidas. A preparação escolar começa no berço.
ESCRITO, POR UMA AMIGA E RE-PUBLICADO POR PENHA EM: 04/04/ 11.
24/03/2011
A PACIÊNCIA E SUAS FACETAS
Definição - Paciência é uma qualidade de quem é paciente e perceverante na continuação de um trabalho, não obstante as suas dificuldades, incômodo e demora. É o mesmo que definir uma pessoa que exercita uma outra qualidade- A tolerância.
A paciência é uma característica humana capaz de ser fortalecida. Todos nós já a possuímos uma vez que a vida nos impõe diversas situações que nos leva ao exercício da paciência. Por exemplo: Enfrentamos no nosso dia a dia, filas de espera para tudo. Cinema, Parques, Estádios de futebol, Transportes coletivos, o transito congestionado, filas no Super mercado, nas ´Clínicas,mesmo particulares, filas nos Bancos etc. O que nos falta é ter consciência do que nos ajuda a ser pacientes e a percepção do que provoca a nossa Impaciência ou mesmo o que devemos fazer quando nossa paciência beira os limites criados por nós.
Acredite! Nós criamos a Paciência. Quando mantemos nossas emoções controladas, através do exercício da paciência, descobrimos um pouco mais a FELICIDADE, ficamos mais tranquilos, serenos e mais propensos a escultar as pessoas. Então vamos cultivar a paciência, mesmo quando as coisas não saem do jeito que queremos, pois ser paciente é aspirar uma vida saudável e satisfatória. Essa qualidade e ou valor gera autocontrole e capacidade de parar, pensar e escolher mais plenamente a felicidade que tambem é um estado natural do ser humano. Pensemos em felicidade, abundância, saúde, equilíbrio, amorosidade e iremos nos ver e nos reconhecer como pessoas mais confiantes e amáveis conosco e com os outros, diante das circunstâncias de nossas vidas. E, acreditem seremos olhados como pessoas generosas e sábias. A paciência nos traz como recompensa, seus frutos de maturidade, sem maturidade não evoluimos, e a tolerância.
A persistência é significativa na vida humana, é uma das prerrogativas de conseguirmos concretizar nossos ideais quaisquer que eles sejam.
A serenidade nos conecta interiormente com a calma observada na superfície de um lago tranquilo, ao invéis da visão de um rio turbulento. A calma do lago nos leva a analisar as situações estressantes, por uma perspectiva que nos permita manter a serenidade, e saber que a tolerãncia é um desafio e uma riqueza. A tolerância nos faz abrir mão de nossas convicções sobre como devem se comportar as outras pessoas, porque tomamos consciência de que somos diferentes, todos temos individualidade e subjetividade únicas, todos nós observamos e interpretamos o mundo de uma forma específica.
Essa é uma etapa importante no crescimento e conscietização do homem que almeja o conhecimento do interrelacionamento justo e inteligente buscando conhecer, entender e tomar consciência das diferênças que frusta as relações entre colegas, irmãos, pais, e humanidade. Quando compreendemos que cada um processa informações diferentes a nível cerebral, pois possuímos prioridades, motivações, histórias e culturas diferentes, passamos a tolerar e a demonstrar paciência com nossos semelhantes, alcançando a empatia e a assertividade assim como a capacidade de nos colocar no lugar do outro, reconhecendo-o e aceitando-o como ele é. Isso me lembra o Daniel golemam quando diz em seu livro Inteligência Emocional - "a empatia requer bastante calma e receptividade para que os sutis sinais dos sentimentos da outra pessoa possam ser recebidos e entendidos por nosso cérebro". Segundo Martim Hoffmam - A empatia é a verdadeira base da moralidade.
O Amor é Paciente e benígno. Só estamos amando de fato se praticarmos a paciência, a tolerância, a serenidade a empatia, a compreensão, a aceitação e calma, muita calma! Sejamos suficientemente bons para nós mesmos. Enquanto a bondade, a gratidão e a generosidade tem a ver com o que fazemos, a Paciência tem a ver com o oposto. A paciência é quem equilibra nossa energia dinâmica, e está na essência da Diplomacia, da civilidade, e da Obdiência das leis e da ordem públida.
É oportuno nos lembrarmos da Lei da impermanência que nos fala que nada permanece igual para sempre. Mudança é um indicativo de movimento. Um provérbio alemão diz: "Longo tempo não significa para sempre".
A paciência é uma característica humana capaz de ser fortalecida. Todos nós já a possuímos uma vez que a vida nos impõe diversas situações que nos leva ao exercício da paciência. Por exemplo: Enfrentamos no nosso dia a dia, filas de espera para tudo. Cinema, Parques, Estádios de futebol, Transportes coletivos, o transito congestionado, filas no Super mercado, nas ´Clínicas,mesmo particulares, filas nos Bancos etc. O que nos falta é ter consciência do que nos ajuda a ser pacientes e a percepção do que provoca a nossa Impaciência ou mesmo o que devemos fazer quando nossa paciência beira os limites criados por nós.
Acredite! Nós criamos a Paciência. Quando mantemos nossas emoções controladas, através do exercício da paciência, descobrimos um pouco mais a FELICIDADE, ficamos mais tranquilos, serenos e mais propensos a escultar as pessoas. Então vamos cultivar a paciência, mesmo quando as coisas não saem do jeito que queremos, pois ser paciente é aspirar uma vida saudável e satisfatória. Essa qualidade e ou valor gera autocontrole e capacidade de parar, pensar e escolher mais plenamente a felicidade que tambem é um estado natural do ser humano. Pensemos em felicidade, abundância, saúde, equilíbrio, amorosidade e iremos nos ver e nos reconhecer como pessoas mais confiantes e amáveis conosco e com os outros, diante das circunstâncias de nossas vidas. E, acreditem seremos olhados como pessoas generosas e sábias. A paciência nos traz como recompensa, seus frutos de maturidade, sem maturidade não evoluimos, e a tolerância.
A persistência é significativa na vida humana, é uma das prerrogativas de conseguirmos concretizar nossos ideais quaisquer que eles sejam.
A serenidade nos conecta interiormente com a calma observada na superfície de um lago tranquilo, ao invéis da visão de um rio turbulento. A calma do lago nos leva a analisar as situações estressantes, por uma perspectiva que nos permita manter a serenidade, e saber que a tolerãncia é um desafio e uma riqueza. A tolerância nos faz abrir mão de nossas convicções sobre como devem se comportar as outras pessoas, porque tomamos consciência de que somos diferentes, todos temos individualidade e subjetividade únicas, todos nós observamos e interpretamos o mundo de uma forma específica.
Essa é uma etapa importante no crescimento e conscietização do homem que almeja o conhecimento do interrelacionamento justo e inteligente buscando conhecer, entender e tomar consciência das diferênças que frusta as relações entre colegas, irmãos, pais, e humanidade. Quando compreendemos que cada um processa informações diferentes a nível cerebral, pois possuímos prioridades, motivações, histórias e culturas diferentes, passamos a tolerar e a demonstrar paciência com nossos semelhantes, alcançando a empatia e a assertividade assim como a capacidade de nos colocar no lugar do outro, reconhecendo-o e aceitando-o como ele é. Isso me lembra o Daniel golemam quando diz em seu livro Inteligência Emocional - "a empatia requer bastante calma e receptividade para que os sutis sinais dos sentimentos da outra pessoa possam ser recebidos e entendidos por nosso cérebro". Segundo Martim Hoffmam - A empatia é a verdadeira base da moralidade.
O Amor é Paciente e benígno. Só estamos amando de fato se praticarmos a paciência, a tolerância, a serenidade a empatia, a compreensão, a aceitação e calma, muita calma! Sejamos suficientemente bons para nós mesmos. Enquanto a bondade, a gratidão e a generosidade tem a ver com o que fazemos, a Paciência tem a ver com o oposto. A paciência é quem equilibra nossa energia dinâmica, e está na essência da Diplomacia, da civilidade, e da Obdiência das leis e da ordem públida.
É oportuno nos lembrarmos da Lei da impermanência que nos fala que nada permanece igual para sempre. Mudança é um indicativo de movimento. Um provérbio alemão diz: "Longo tempo não significa para sempre".
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