21/12/2012

Psicanálise e Educação

                                       Psicanálise e educação
Antes de escrever sobre a psicanálise e Educação escrevo sobre a escola formal.

A escola formal é a que ocorre nos espaços escolarizados, que sejam da educação infantil á pós-graduação, dá-se de forma intencional e com objetivos determinados. Ela engloba todas as formas de ensino-aprendizado seja político–pedagógico, político estatal etc.

Dr. Fernando de Mello Viana, advogado, professor e político, fez uma citação que ocupa espaço na porta de entrada de grupo escolar D. Pedro II em Belo Horizonte. “A escola atual é a escola da vida. Os professores e os Paes devem conjugar o pensamento de tal maneira que a creança em casa tenha um mestre e; na escola, elas tenham um pai”.

A criança da escola formal é muito mal compreendida, pelos docentes, companheiros e por que não dizer, por seus próprios pais que, como todos os citados as taxam de indisciplinados! Como sabemos a indisciplina a princípio é simplesmente ausência da disciplina.
É sempre expressa por comportamento individual, onde pode ser observado desobediência, desordem, rebeldia, insubordinação e desrespeito.

É provável serem os pais, os primeiros culpados dessa conduta deformada que as crianças usam como sinônimo de liberdade, de não limites e onde a lei do tudo eu quero e eu posso, só vai conduzir a criança à incompetência à discriminação e a marginalidade num futuro muito breve, pois quando ela inicia sua aprendizagem, já está comprometida a responsabilidade e o seu desenvolvimento como aprendente.

No meio escolar será apontada como rebelde, sem educação, incapaz de se comportar seja em sala de aula, seja em publico. A que se deve essa conduta senão aos pais, avós, ou seja, a família?

Sendo a mãe a principal figura materna é quem deve tornar-se ponderada, ser suficientemente boa e suficientemente mau, para ordenar e impor os limites do sim e do não de modo que as crianças construam, e com segurança, desenvolvam condições afetivas intelectuais e morais para alcançar sua autonomia; a mãe deve ser suficiente boa e equilibrada para saber lidar com situações simbióticas.

Se os pais não conseguem ser a estrada e/ou escada que como espelho, seus filhos seguem galgando cada passo e/ou degrau para atingir um projeto que a princípio lhe traçaram, o que eles (filhos) podem esperar quando o mundo e a sociedade inóspita cobrar-lhe, paciência, competência, segurança, confiança, compartilhamento, moralidade e outros tantos atributos? Portanto cabe aos pais, principalmente a mãe formar o filho que trouxe à vida. Cabe aos educadores detectar o mais cedo possível, possíveis sintomas que possam dificultar a aprendizagem do aprendente.

Uma criança indisciplinada não o é por livre escolha, várias são as causas que levam a criança a desenvolver um comportamento indisciplinado ou inadequado dentro da instituição de ensino. Dentre elas, a principal pode ser: distúrbios biopsicossociais – que desenvolve desde a gestação, infância, adolescência e adultidade, fases em que ocorrem grandes transformações biológicas no corpo e na mente do individuo em desenvolvimento e em formação acadêmica. Existe uma vasta expectativa pelo que se está aprendendo; sobre o que é realmente importante para formar um aprendente em seu desenvolvimento e maturação acadêmica; distúrbios relacionais, educativos entre os própios colegas, por influência de amigos, por distorções e baixa autoestima. Distúrbios do corpo docente e disfunção cerebral mínima (DCM), que levam seus portadores a desenvolver uma personalidade briguenta, apressada, agitada, inquieta, mas inteligente. Essas crianças terminam as tarefas antes das outras, não aguentam esperar, causam tumultos dentro de sala de aula, no recreio, na fila de entrada, no relacionamento com colegas. Se forem detectadas atitudes hostis, os docentes devem procurar averiguar o ambiente familiar, o sono da criança, para que a ajuda seja mais eficaz porque, um portador de (DCM) e/ou déficit mental apresenta frustrações e não tem controle sobre suas reações mais primitivas como: agressividade e impulsividade. Porém, são crianças dóceis se bem compreendidas em suas limitações e dificuldades tais como
Puberdade, onipotência pubescente, estirão, menarca, mutação e onipotência.

A adolescência é um segundo parto: é nascer para a vida social, é um parto as avessas – os filhos expulsam os pais do seu mundo social. Eles têm e exercem a mania de ser Deus.

Tudo podem. São ousados, arrogantes, prepotentes, com baixa tolerância à frustração, cheios de certezas, não respeitam ciclos biológicos (alimentação, sono, lazer etc.) tão poucos acatam opiniões dos outros, principalmente dos pais.

O papel dos pais e dos profissionais pedagógicos deve visar o amadurecimento e desenvolvimento do aprendizado em conjunto, com o filho e/ ou aluno.

Educar é estabelecer novos laços. O aluno deve ter prazer em aprender, de estar na escola e principalmente sentir-se amado e respeitado. A educação deve ser uma produção individual e subjetiva de cada indivíduo e que antecipe uma nova maneira de vivenciar o gozo na escola, o desejo de aprender, Um novo conhecimento onde ele será integrante e determinante; será olhado, o aprendente, como um indivíduo além, e fazer o mesmo se conhecer e as suas potencialidades. O próprio aprendente determinará seu processo de aprendizagem, onde ele constrói seu tempo de absorção do conhecimento. O prazer, as escolhas, levará esse novo aluno a criar laços de afetividade com colegas e facilitadores, porque sabe aonde quer chegar, sabe o que é mais correto para seu saber, e sente-se amado, protegido em sua subjetividade.

Sente-se implicado no seu objeto de conhecimento; o que o torna responsável pela própria teoria do conhecimento buscado. Tendo muito mais chance em suas identificações, por exemplo: “ser o objeto de desejo do professor”. O aluno se coloca no contexto e escolhe ser, o que quer ser.

A maior dificuldade para implantar uma metodologia mais apropriada a um novo conceito de ensino e/ou estilo de vida é originada na falta de conhecimento do perfeito funcionamento do homem. Estamos “domesticados” a ver o homem como um objeto compartimentado e não como uma individualidade, subjetividade enfim uma unidade com muitas funções como: falar, pensar, escolher e decidir. Esse é o novo homem, um continente maior e que deve ser acolhido, pesquisado e preparado para vencer possíveis contingências na apropriação do conhecimento, adequando-o à capacidade em desenvolvimento, afim de que, ele, o homem, possa alcançar a devida liberdade para experienciar à felicidade que já é sua por herança anterior. Esse novo homem (sec. 21), assim como seu antecessor, necessita de mestres e pais despertos espiritualmente, filosoficamente para os capacitar em sua missão. Evolução.

Para evoluir, desenvolver-se e apropriar-se do conhecimento recebido, e / ou passado, o homem deve ser criado livre e ter liberdade de escolher o melhor caminho. A família, escola, amigos, todos educam e, ao mesmo tempo são educados. O aprendizado será então uma troca, um acréscimo que tende a desenvolver e favorecer vínculos afetivos; aprender com amor, gratidão é muito mais eficaz. Podemos descobrir tomar consciência, que aprendemos todo tempo.

Essa percepção de aprendizagem de todos, o tempo todo, é nova. Esse conhecimento mesmo atualizando fatos históricos passados fará o aprendente compreender melhor a si mesmo e o meio social onde está inserido e o descortinar do amanhã não o pegará de surpresa, pois estará pronto para o enfrentamento dos desafios. Esse aprendente será um ser educado numa nova metodologia onde sua aprendizagem oriunda de um processo inter e intra transmissor do conhecido, do saber adquirido, com novas ideias e realizado por professores, seriam organizados livremente com olhar crítico voltado sempre para capacitação e potencialização. Nunca um processo formal, engessado, imutável. A educação seria idêntica a um caleidoscópio onde as escolhas seriam múltiplas. O que se faz necessário é os “administradores de destinos” compreenderem que a vida, a educação e principalmente o homem vive, mudanças. É desejando que se chega ao porto seguro. O Enfrentamento torna possíveis esses sonhos, ideias e valoriza a busca por essa nova maneira de aprender, ser criativo e corajoso. Sair da médiocridade para grandiosidade do conhecer-se a si mesmo e ao outro. O aprendente deixara de ser visto como algo secundário. Seria visto, com a importância que representa. “o futuro da raça.”

Claro está que para essa pedagogia serem implantada, os pedagogos teria que ser formados adequadamente, testados em suas afetividades e desprendimento. Conhecimento da missão escolhida e aceita. Educar crianças com subjetividade única, olhando de frente as dificuldades medindo esforços e aptidão de cada um.

Esses professores seriam mestres de si sem temer dizer “aprendo com os meus alunos todos os dias. Estarão pronto para ensinar porque sabe aprender com cada um com seus alunos.”

                                                                                    Maria da Penha Rocha.












































Psicanálise e educação






Antes de escrever sobre a psicanálise e Educação escrevo sobre a escola formal.

A escola formal é a que ocorre nos espaços escolarizados, que sejam da educação infantil á pós-graduação, dá-se de forma intencional e com objetivos determinados. Ela engloba todas as formas de ensino-aprendizado seja político–pedagógico, político estatal etc.

Dr. Fernando de Mello Viana, advogado, professor e político, fez uma citação que ocupa espaço na porta de entrada de grupo escolar D. Pedro II em Belo Horizonte. “A escola atual é a escola da vida. Os professores e os Paes devem conjugar o pensamento de tal maneira que a creança em casa tenha um mestre e; na escola, elas tenham um pai”.

A criança da escola formal é muito mal compreendida, pelos docentes, companheiros e por que não dizer, por seus próprios pais que, como todos os citados as taxam de indisciplinados! Como sabemos a indisciplina a princípio é simplesmente ausência da disciplina.



É sempre expressa por comportamento individual, onde pode ser observado desobediência, desordem, rebeldia, insubordinação e desrespeito.

É provável serem os pais, os primeiros culpados dessa conduta deformada que as crianças usam como sinônimo de liberdade, de não limites e onde a lei do tudo eu quero e eu posso, só vai conduzir a criança à incompetência à discriminação e a marginalidade num futuro muito breve, pois quando ela inicia sua aprendizagem, já está comprometida a responsabilidade e o seu desenvolvimento como aprendente.

No meio escolar será apontada como rebelde, sem educação, incapaz de se comportar seja em sala de aula, seja em publico. A que se deve essa conduta senão aos pais, avós, ou seja, a família?

Sendo a mãe a principal figura materna é quem deve tornar-se ponderada, ser suficientemente boa e suficientemente mau, para ordenar e impor os limites do sim e do não de modo que as crianças construam, e com segurança, desenvolvam condições afetivas intelectuais e morais para alcançar sua autonomia; a mãe deve ser suficiente boa e equilibrada para saber lidar com situações simbióticas.

Se os pais não conseguem ser a estrada e/ou escada que como espelho, seus filhos seguem galgando cada passo e/ou degrau para atingir um projeto que a princípio lhe traçaram, o que eles (filhos) podem esperar quando o mundo e a sociedade inóspita cobrar-lhe, paciência, competência, segurança, confiança, compartilhamento, moralidade e outros tantos atributos? Portanto cabe aos pais, principalmente a mãe formar o filho que trouxe à vida. Cabe aos educadores detectar o mais cedo possível, possíveis sintomas que possam dificultar a aprendizagem do aprendente.

Uma criança indisciplinada não o é por livre escolha, várias são as causas que levam a criança a desenvolver um comportamento indisciplinado ou inadequado dentro da instituição de ensino. Dentre elas, a principal pode ser: distúrbios biopsicossociais – que desenvolve desde a gestação, infância, adolescência e adultidade, fases em que ocorrem grandes transformações biológicas no corpo e na mente do individuo em desenvolvimento e em formação acadêmica. Existe uma vasta expectativa pelo que se está aprendendo; sobre o que é realmente importante para formar um aprendente em seu desenvolvimento e maturação acadêmica; distúrbios relacionais, educativos entre os própios colegas, por influência de amigos, por distorções e baixa autoestima. Distúrbios do corpo docente e disfunção cerebral mínima (DCM), que levam seus portadores a desenvolver uma personalidade briguenta, apressada, agitada, inquieta, mas inteligente. Essas crianças terminam as tarefas antes das outras, não aguentam esperar, causam tumultos dentro de sala de aula, no recreio, na fila de entrada, no relacionamento com colegas. Se forem detectadas atitudes hostis, os docentes devem procurar averiguar o ambiente familiar, o sono da criança, para que a ajuda seja mais eficaz porque, um portador de (DCM) e/ou déficit mental apresenta frustrações e não tem controle sobre suas reações mais primitivas como: agressividade e impulsividade. Porém, são crianças dóceis se bem compreendidas em suas limitações e dificuldades tais como:

Puberdade, onipotência pubescente, estirão, menarca, mutação e onipotência.

A adolescência é um segundo parto: é nascer para a vida social, é um parto as avessas – os filhos expulsam os pais do seu mundo social. Eles têm e exercem a mania de ser Deus.

Tudo podem. São ousados, arrogantes, prepotentes, com baixa tolerância à frustração, cheios de certezas, não respeitam ciclos biológicos (alimentação, sono, lazer etc.) tão poucos acatam opiniões dos outros, principalmente dos pais.

O papel dos pais e dos profissionais pedagógicos deve visar o amadurecimento e desenvolvimento do aprendizado em conjunto, com o filho e/ ou aluno.

Educar é estabelecer novos laços. O aluno deve ter prazer em aprender, de estar na escola e principalmente sentir-se amado e respeitado. A educação deve ser uma produção individual e subjetiva de cada indivíduo e que antecipe uma nova maneira de vivenciar o gozo na escola, o desejo de aprender, Um novo conhecimento onde ele será integrante e determinante; será olhado, o aprendente, como um indivíduo além, e fazer o mesmo se conhecer e as suas potencialidades. O próprio aprendente determinará seu processo de aprendizagem, onde ele constrói seu tempo de absorção do conhecimento. O prazer, as escolhas, levará esse novo aluno a criar laços de afetividade com colegas e facilitadores, porque sabe aonde quer chegar, sabe o que é mais correto para seu saber, e sente-se amado, protegido em sua subjetividade.

Sente-se implicado no seu objeto de conhecimento; o que o torna responsável pela própria teoria do conhecimento buscado. Tendo muito mais chance em suas identificações, por exemplo: “ser o objeto de desejo do professor”. O aluno se coloca no contexto e escolhe ser, o que quer ser.

A maior dificuldade para implantar uma metodologia mais apropriada a um novo conceito de ensino e/ou estilo de vida é originada na falta de conhecimento do perfeito funcionamento do homem. Estamos “domesticados” a ver o homem como um objeto compartimentado e não como uma individualidade, subjetividade enfim uma unidade com muitas funções como: falar, pensar, escolher e decidir. Esse é o novo homem, um continente maior e que deve ser acolhido, pesquisado e preparado para vencer possíveis contingências na apropriação do conhecimento, adequando-o à capacidade em desenvolvimento, afim de que, ele, o homem, possa alcançar a devida liberdade para experienciar à felicidade que já é sua por herança anterior. Esse novo homem (sec. 21), assim como seu antecessor, necessita de mestres e pais despertos espiritualmente, filosoficamente para os capacitar em sua missão. Evolução.

Para evoluir, desenvolver-se e apropriar-se do conhecimento recebido, e / ou passado, o homem deve ser criado livre e ter liberdade de escolher o melhor caminho. A família, escola, amigos, todos educam e, ao mesmo tempo são educados. O aprendizado será então uma troca, um acréscimo que tende a desenvolver e favorecer vínculos afetivos; aprender com amor, gratidão é muito mais eficaz. Podemos descobrir tomar consciência, que aprendemos todo tempo.

Essa percepção de aprendizagem de todos, o tempo todo, é nova. Esse conhecimento mesmo atualizando fatos históricos passados fará o aprendente compreender melhor a si mesmo e o meio social onde está inserido e o descortinar do amanhã não o pegará de surpresa, pois estará pronto para o enfrentamento dos desafios. Esse aprendente será um ser educado numa nova metodologia onde sua aprendizagem oriunda de um processo inter e intra transmissor do conhecido, do saber adquirido, com novas ideias e realizado por professores, seriam organizados livremente com olhar crítico voltado sempre para capacitação e potencialização. Nunca um processo formal, engessado, imutável. A educação seria idêntica a um caleidoscópio onde as escolhas seriam múltiplas. O que se faz necessário é os “administradores de destinos” compreenderem que a vida, a educação e principalmente o homem vive, mudanças. É desejando que se chega ao porto seguro. O Enfrentamento torna possíveis esses sonhos, ideias e valoriza a busca por essa nova maneira de aprender, ser criativo e corajoso. Sair da médiocridade para grandiosidade do conhecer-se a si mesmo e ao outro. O aprendente deixara de ser visto como algo secundário. Seria visto, com a importância que representa. “o futuro da raça.”

Claro está que para essa pedagogia serem implantada, os pedagogos teria que ser formados adequadamente, testados em suas afetividades e desprendimento. Conhecimento da missão escolhida e aceita. Educar crianças com subjetividade única, olhando de frente as dificuldades medindo esforços e aptidão de cada um.

Esses professores seriam mestres de si sem temer dizer “aprendo com os meus alunos todos os dias. Estarão pronto para ensinar porque sabe aprender com cada um com seus alunos.”.














































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